
terça-feira, 21 de abril de 2009
Ilusões

segunda-feira, 13 de abril de 2009
Reativando Blog
Dois anos se passaram desde a última postagem, não imaginei que voltaria a escrever depois de tanto tempo, depois de tantas mudanças pelas quais passei, mas aqui estamos.
Após muito pensar, e também contando com o apoio de amigos, resolvi testar se ainda tenho alguma noção do que é escrever para o público. Pode ser que os primeiros textos não fiquem bons, pode ser que eu acabe desistindo de novo, pode ser que eu não saiba mais como desenvolver essa porcaria mas... Não custa tentar, certo?
My Silent Movie, o retorno! Com certeza não será igual àquele que estão acostumados, mas também obviamente não será tão diferente.

O blog vai passar por algumas reestruturações no sentido de layout, talvez mudanças de cor, links relacionados e essas coisas que eu antigamente fazia, e, como sempre, estamos abertos a sugestões. A sessão “Possíveis Temas Futuros” será reformulada, com novos temas pensados ou sugeridos pelos leitores. Essas mudanças serão feitas aos poucos, não estou dispondo de tanto tempo assim...
Creio eu que agora possa oferecer mais às pessoas, já que estou mais amadurecido (ou seja, mais velho). Conceitos mais sólidos, argumentação mais convincente, um pouco mais preparado do que a dois anos atrás.
Sinceramente, não sei o que vai acontecer daqui pra frente, agora é pensar positivo e ver o que vai dar... Espero que tudo dê certo e que o projeto volte a andar e a agradar, o qual sempre foi o objetivo principal do blog, além, é claro, de expor minha opinião sobre coisas que as vezes ninguém pensa a respeito, ou que pensam, mas que não têm a oportunidade de expor da forma que gostariam.
Aguardem!
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Por Que "My Silent Movie"?
Me perguntaram algumas vezes isso... Então vou tentar explicar mais ou menos qual foi a minha idéia...
THE SILENCE

Ah, o pensamento... Habilidade impressionante que nos diferencia não somente das outras espécies viventes, mas entre nós mesmos. Acredito que todos que estão lendo isso pensam (espero!), mas cada um faz isso de uma forma singular.
Qual a única coisa em comum entre todos esses pensadores?
O silêncio!
Todos precisamos de silêncio absoluto ou um ambiente com poucos ruídos para conseguir concentração e desenvolver o assunto.
Não estou dizendo que precisamos sempre de silêncio para pensar, tampouco que as melhores idéias venham no silêncio, muito pelo contrário. Normalmente as genialidades surgem ao acaso, independente do espaço em que se encontra o indivíduo.
O que quero dizer é que os pensamentos mais trabalhados e conscientes, que vão, muitas vezes mudar de alguma forma nossa vida, vêm na total ausência de som. Quando um baita problemão surge, o que fazer? Ele pode ser resolvido de muitas maneiras, conversando ou até mesmo fugindo deles (o que não apoio), mas no fim, mesmo que seja por poucos minutos , o infeliz envolvido vai parar, olhar para o nada (ou fechar os olhos) e vai refletir sobre o assunto. Vai achar uma resposta? Pode ser que sim, pode ser que não, pode ser que ele se perca e não consiga sequer organizar as informações... Não interessa.
O que importa é que sempre silenciamos, mais cedo ou mais tarde... E somente cada pensador sabe o que passou dentro de sua cabeça.
É incrível imaginar que alguns minutinhos calado pode alterar coisas gigantes! O que se passa na mente de cada um nesses momentos?
Isso eu nunca vou saber, mesmo que alguém esteja disposto a me contar os detalhes. Nem vocês saberão o que se passa na minha cabeça...
Mas nem sempre o que pensamos são verdade absolutas e requerem discussões, opiniões, relatos, experiências... Então pensei no blog...
Bom, no fim do texto vou explicar melhor, junto com a parte do "movie", que começarei agora:
THE MOVIE
Antes de mais nada, é necessário questionar: o que é um filme (movie)?
Filme é quando muitas pessoas reunidas atuam para realizar uma certa história, que será passada aos atores através de um script. Toda a encenação será gravada e, depois do processo de edição, vai parar em todas as locadoras. Interessante não?
Mas vamos ao que importa... Repararam na primeira afirmativa do texto? Substituam a palavra "filme" por "vida" e releiam a frase... É a definição perfeita do que são as vidas de todas as pessoas do mundo! Todos nós fazemos parte de nosso próprio filme.
Somos atores principais, diretores e escritores. Assim como nas telas, nossas caminhadas têm início, meio e f
im, podem ter finais bons ou ruins, e a história se desenrola de acordo com as escolhas e decisões que as personagens devem tomar. Cada detalhe é importante, cada palavra dita pode alterar o rumo das coisas, podem fazer o filme dar reviravoltas e determinar que tudo dê certo ou errado. Certos "roteiros" podem nos pregar peças, nos fazer ver situações de modos diferentes , se decepcionar ou se orgulhar de outros atores e etc, etc... Cada dia que passa é uma "cena" desse longa metragem (bem longa) que se chama existência.
Além de termos que "dirigir" nossos filmes, ainda fazemos parte da história dos outros, como atores coadjuvantes. Pode-se ter uma atuação mais ou menos ativa, de acordo com o relacionamento entre as personagens. Um filme depende do outro, e todos eles juntos formam um só, que se chama "História da Humanidade".
Atualmente, essa "produção universal" está muitíssimo ameaçada... Já que as pessoas que nela atuam (bilhões) estão destruindo o cenário... Ah deixa pra lá.
A nossa vida está em "play" constante e não há nada que possamos fazer para evitar... Vivenciamos muita coisa com o passar dos anos e muitas vezes não achamos respostas para diversas perguntas que nos fazemos ao longo do percurso... Como encontrar as soluções?
Isso eu não sei... Mas me deu uma idéia: por que não expor meus pensamentos, opiniões e dúvidas? Quem sabe alguém não tem algum ponto de vista diferente ou uma resposta coerente?
Assim surgiu o "My Silent Movie": a união dos acontecimentos e questões da vida (The Movie) com as minhas conclusões e opiniões a respeito, que são conseguidas através de muito pensamento (The Silence).
A partir do blog posso tentar ajudar quem tenha a mesma dúvida, e vice-versa. É um lugar para manifestação e conversa, visando o melhor caminho...
Acho que é só isso mesmo... Vou ficando por aqui!
E lembrem-se: aproveitem seus "filmes" ao máximo, enquanto os créditos não chegam! Haha!
PS: Qualquer dúvida, me procurem! Não sei se esse texto ficou muito claro... Mas foi o melhor que deu para fazer! Hehe!
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Te Amo: Palavras Banalizadas
Hoje eu venho tratar com vocês um assunto que não gosto de discutir, mas que nesse caso achei interessante abordar: o amor... Esse sentimento que as pessoas procuram o tempo todo, que faz com que a vida ganhe mais emoção e cor, que nos permite superar coisas que nunca imaginou combater só para ter a pessoas amada ao seu lado...
Sim... É fato que realmente entrar nesse estado de espírito deve
ser uma maravilha, ainda mais quando se é correspondido... É a possibilidade de conhecer um mundo totalmente novo, de uma visão diferente, muito diferente, muito mais alegre...
E todo esse bem querer pode ser muito bem expressado por apensa duas palavras: "Te Amo".
Agora eu pergunto: se essa pequena frase é tão "sagrada", se o amor é um sentimento tão difícil de se obter, por que hoje em dia você ouve aos montes por aí? Por que o povo não pensa mais duas, três vezes antes de dizer isso à alguém?
Antigamente, dizer "eu te amo" era um passo importantíssimo na relação entre duas pessoas, quando o auge era atingido. A certeza que um namoro iria dar certo ou que uma amizade era forte o suficiente a durar por longos anos... Tudo isso era representado por essa afirmativa que é dita em segundos... Afirmativa que era muito bem pensada e decidida... Afirmativa que podia mudar tudo de uma hora para outra...
Atualmente, o "eu te amo" foi banalizado e perdeu seu grande valor... O que antes era uma forma de se expressar extremamente forte, hoje transformou-se em algo comum, sem significado algum para a grande maioria (vocês verão eu dizer "a maioria" muitas vezes, pois acredito que nada deve ser generalizado).
São raras as situações em que se vê alguém colocando emoções reais no que estão declarando, e irritantemente constantes as situações em que tudo está sendo jogado da boca pra fora...
Não é difícil ver um carinha conhecer uma fulana na balada, começar a "namorar" e dizer "te amo" a ela... Um mês depois acaba tudo pois "cansou" da menina (não estou defendendo vocês, mulheres, já que muitas têm o mesmo costume). Também não é nada complicado flagrar pessoas agradecendo favores com as "palavras mágicas":
- Ei, eu trouxe o livro que você esqueceu aqui ontem!
- Nossa! Eu estava procurando que nem louco(a) isso! Valeu mesmo! Te amo!
Esses são pequenos exemplos (meio toscos)... Mas deu pra entender, certo?
Pode parecer que isso é atitude de "criança" ou "adolescente"... Antes fosse... Já vi muitos "adultos" (?) fazerem igual... Ou pior...
Por que acontece isso? Talvez esses homens e mulheres estejam bastante confusos quanto ao que seja o amor, ou, quem sabe, queiram tanto amar e serem correspondidos que vão falando para qualquer um que apareça pela frente... Estão errado em agir assim? Não (em partes)... É gente que quer ter essa sensação, que está buscando de uma forma ou de outra a felicidade (apesar de ser de uma forma quase desesperada, rebaixando o "te amo").
Essa banalização pode ser um dos principais motivos, de uma minoria crescente, em não acreditar mais nos sentimentos que essas poucas palavras representam (no geral) ou não mais achar que um relacionamento amoroso é essencial para eles ( no caso dos namoros, etc). Estão errados em agir assim? Também não! A realidade atual está encurralando mais e mais o tal do "amor", em que crescem outros valores, como "poder" e "status". O envolvimento entre pessoas, muitas vezes, é puro interesse...
Alguns vão me perguntar: "Você não acha que está exagerando?"
Resposta pessoal: Não... Sei que é chato admitir, mas acredito que é o que anda acontecendo. E tende a piorar! Se esses são os "tempos modernos", se esse é o "rumo das coisas", então me chamem de antiquado o quando vocês quiserem! Hahaha! Não me juntarei ao "mundo do futuro". Nesse caso, prefiro ser velho!
E não pensem que nós, desacreditados, desistimos de tudo... Não desistimos! O que queremos dizer é que estamos sempre na espera por grandes momentos e que vamos continuar tentando, com as pessoas que achamos que pode dar certo... A única diferença é que, se os dias nunca chegarem, não vamos nos deprimir... Simplesmente não sentiremos falta...
Concluindo, fica o recado: sejam sinceros na hora de dizer "te amo"... Não se esqueçam do peso e do significado desse punhado de letras...
domingo, 9 de setembro de 2007
Texto Para o ENEM

Caros leitores, esse texto foi escrito para a prova do ENEM, que realizei outro dia. O tema era sobre a discriminação quanto às diferenças.
Apesar do texto não ter saído muito bom, achei interessante postar aqui para que aqueles que fizeram possam comparar e ver semelhanças, diferenças ou novas idéias quanto ao tema.
Sinceramente achei bem chato de escrever... É um assunto batido, sem muitos caminhos para se seguir... Mas enfim, vamos lá.
DIFERENÇA: UMA REALIDADE BENÉFICA
Todos os dias se vê, nos jornais, pessoas sendo discriminadas pelo que são, pelo que acreditam, ou pelo caminho que decidiram tomar. Cores, raças, religiões, pensamentos, ideiais e culturas são estopim para a grande maioria dos conflitos que ocorrem mundoi afora. Aliás, as diferenças entre os lados desses casos é que são os principais responsáveis.
Porém, o que poucos conseguem enxergar é que são as diferenças que fazem a humanidade se desenvolver e crescer. Se todos nós fôssemos iguais uns aos outros não haveriam novas idéias, invenções, opiniões, ou seja, não existiria forma alguma de se renovar, mudar para melhor.
As pessoas deveriam encarar as diferenças como algo benéfico. Trocar experiências ao invés de simplesmente recusar o que o outro tem a oferecer, conversar ao invés de brigar, tolerar ao invés de repulsar. Aprendendo a pensar assim, o convívio com as diferenças transforma-se de problema para uma arma poderosa a favor da humanidade.
A solução para a situação é uma só: conscientização. Campanhas, debates, conversas, manifestações devem ser realizadas com força para que cheguem aos ouvidos dos mais intolerantes, façam com que ponham a mão na consciência e finalmente percebam que, apesar de todas as divergências, somos todos verdadeiros espelhos... Todos iguais.
domingo, 2 de setembro de 2007
Dizendo "Sim" e "Não"
Aviso: Por causa do tempo, que anda curtíssimo, pode ser que os textos demorem mais ainda para serem postados aqui! Tentarei manter a "média" de 1 por semana, mas não garanto nada, ok?

segunda-feira, 27 de agosto de 2007
A Morte é o De Menos
Recentemente , eu tive um sonho muitíssimo interessante, meus caros leitores: Estava eu na minha casa, tomando café da manhã, tranquilamente. Após isso, dirigi-me à porta e, logo após pisar na calçada, veio uma caminhonete desgovernasa e me pegou em c
heio... Algum tempo depois fui descobrir que morri no tal do acidente e... Acordei!
Pensando no sonho, ainda sentado na cama, me veio o tema para este texto.
A morte é uma constante nas vidas de todo mundo que ainda tem o coração batendo... Chega a ser estranho pensar que a cada vez que piscamos alguém morre em algum canto do planeta. Ela determina o fim da nossa vida, nos sentencia a nunca mais vermos o sol nascer, significa que não vamos mais encontrar nossos amigos e entes queridos, que não vamo dar continuidade aos nossos planos... É o "desligar da tomada", o "fechar das cortinas", a "última página do livro", etc etc...
Vidas se esgotam a cada minuto, e sabemos que um dia nossa vez vai chegar... Não tem como lutar contra isso...
Tecnicamente, não é preciso se preocupar com as coisas que são deixadas para trás com a sua partida... Seus parentes e colegas ficarão arrasados, chorarão, mas tudo será superado e logo você se tornará apenas uma lembrança, que com o tempo se perderá... A não ser que você tenha sido uma pessoa muito importante para o mundo.
Outro fato: por que se apavorar com a idéia de morrer se as piores coisas possíveis acontecem quando se está vivo? A dor, o sofrimento, a perda de alguém próximo (VIVENCIAR isso é horrível), a desilusão, a decepção, a tristeza, a solidão... Acho que isso não acontece quando vamos para baixo da terra. As pessoas deveriam ter muito mais medo da própria vida, do que do término dela.
O "viver" muitas vezes é cruel, passamos por tantos problemas, impedimentos e situações terríveis que ninguém percebe que a morte é o cessar de todo tipo de preocupação e medo que tiver, marca o início do tão falado "descanso em paz".
Claro, é óbvio que estar vivo tem as suas vantagens (que são muitas), e são nelas que todos nós temos que nos concentrar. Se a morte é uma certeza, pra que temê-la?
O povo tem mais é que se preocupar com aproveitar o quanto puder os benefícios que estar vivo pode propocionar e, principalmente, chegar ao fim da linha satisfeito com o tempo que lhe foi concedido.
E quem disse que tudo acaba quando vamos para o caixão? Quem garante que não vamos ressucitar, ir para o céu ou inferno, virar espíritos, viajar para outra dimensão, acordar em um mundo paralelo..? (apesar de eu não acreditar, são possibilidades...)
Como vocês podem imaginar, eu não sei absolutamente nada do que estou escrevendo... Isso são apenas hipóteses, de acordo com o que ouço e acredito...
